sexta-feira, 20 de junho de 2014

esses

que ejaculam,
de forma pouco ortodoxa,
arbitrária,
palavras entaladas no céu das bocas,
odeio este poema,
cheira a quarto depois de uma noite louca de interjeitos,
isto já não é,
acaba em "banana".

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Bom quê?!

Noite de Ano Novo bem passada seria a praticar sexo anal, simbolicamente falando: seria o enrabar do Ano Velho e receber o Ano Novo em clímax! Um Bom Ânus a Todos!...

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Já me esquecia que não me lembrava I

Já me esquecia que não me lembrava disto:

Carcavelos 2005; Caminhávamos juntos pelo areal; Entrelaçávamos os dedos das mãos; Os grãos de areia entre os dedos dos pés; Os lábios salgados que inocentemente ingénuos íamos molhando (premonição de cieiro)...

Já não me lembrava que tinha Alzheimer.

sábado, 5 de outubro de 2013

Apresentação da Colectânea "7PECADOS"

Apresentação da Colectânea "7PECADOS" da Pastelaria Studios Editora, onde se encontra um conto da minha autoria, sobre a Gula. Dia 12 de Outubro, pelas 20:30 horas em Lisboa, na Fábrica Braço de Prata.
Apareçam e tragam fomes variadas...

Página do Evento, para mais informações.

Um Bem Haja

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Escatologias Dois

Jacobino enamorado
Neste domingo adoentado
Balouças a bom balouçar
Na tua cama de rede
Teus pensamentos fedem
Um ar já de si fedido
Aproximo-me, fixo olhar em ti
E franzindo minha sobranceira pilosidade
Que me adorna a parte inferior da fronte
Pergunto
Já foste à merda hoje?

sexta-feira, 19 de julho de 2013

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Personagens Cómicas

Personagens que caem de uma altura considerável, morrem, e no fim, as mesmas, riem.
Riem porque morrem, morrem porque caem de uma altura considerável, mas riem, no fim.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Librairie

É tarde, já devia ter fechado a porta, mas mergulhei neste livro, se alguém entrar "está fechado!", esfumaço o meu cachimbo, oiço o sino da porta "está fechado!", olho pelo "retrovisor", "és tu!", dou um salto, cachimbo a pender do lábio, seguro o livro com uma mão, com a outra coço a cabeça, "wow, estás linda...", o gato ronronante roça nas pernas. Na lareira a chaleira assobia, tinha posto ao lume para um chá, junto da lareira a vermelha, velha, gasta e rota poltrona, tiro a torre de livros, sacudo o pó, para te sentares ao meu colo. Aquecidos, bebemos chá enternecidos.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Salò

Certame disfarçado de soirée em tom de sarau
Há perdizes herécticas e faginas afogadas
Orgias na marquise de monarquês de sade
Derradeira mise-en-scène

Escatologias Um

Sábio das barbas
Qual pensador grego
Balouças a bom balouçar
Na tua cadeira de balouço
Balouçamos no teu colo
Os dois
No quente colo
Um colo milenar
Um colo de sabedoria
Teu cólon
Olhas-me sorrateiro
Elevas teu monocello
E atrevidote dizes
Já foste à merda hoje?

sábado, 8 de junho de 2013

Breve Histéria de um Bipolar


Dois pólos, opostos claro, não fosse este cavalheiro bipolar. Pois bem, dois pólos, serão abordados em uníssono, mas não adensando muito, sem correr o risco de ficar preso num dos pólos, e lá faz frio, tão frio que queima. Este cavalheiro, físico, comandado ao bel-prazer destes dois subcavalheiros, não físicos, no fundo uma marioneta, certo é que apenas um dos subcavalheiros pode comandar o cavalheiro, pois os cordelinhos da marioneta apenas podem ser manuseados por uma entidade à vez, sendo mais do que uma entidade ao mesmo tempo, resultante numa catástrofe, podendo levar a falecimentos inesperados, e note-se que estes são irreversíveis.
Um dos subcavalheiros apresenta-me um problema, diz que do outro sente desprezo, uma vez que este partilha com ele um fervor por uma jovem, deles conhecida. Vendo-o como um petulante, teme que este vá conspurcar a jovem, levando-a por caminhos pejados de obscenidades, nos meandros do seu ele\eu.
No decorrer da charla, e não sei como sucedeu, os dois assumiram comando do cavalheiro ao mesmo tempo, resultado? Esperava catástrofe, resultou em paranóia.
Ali fiquei, atendo ao “monólogo” entre os dois, e fui-me apercebendo da verdadeira questão que os opunha, o medo, o medo de serem diferentes e querem o mesmo, neste caso a jovem.
Tomando os subcavalheiros como pólos, opostos, sabendo que os opostos se atraem, os dois estavam a cometer o erro de quererem o mesmo, a sua polaridade não lhes permitia tal coisa, daí o mau estar entre os dois, partilhei com eles esta linha de pensamentos, e pouco depois como se emergidos de uma revelação, assumiram que se desejavam, esquecendo a jovem.
Não sabendo lidar com esta sua característica formidável, mal compreendida por muitos e por muitos mais menosprezada, os subcavalheiros deixaram-se tomar pelo medo, no que culminou em paranóia, uma paranóia saudável, de aproximação ao próximo e não semelhante.
Abordado o caso deste cavalheiro e seus subs, penso que não faço ideia de como se tornou meu paciente.

Sou psicólogo, sem diploma, não sou psicólogo, mas tenho experiência, e isso pesa, na hora de mergulhar e transpor certas fronteiras, de terrenos férteis e lamacentos, como o caso ali em cima.

sábado, 25 de maio de 2013

Aqua Vitae

Whisky velho que te endurece a língua e enrija a voz,
Música velha que te estremece de recordações,
O velho barman serve mais um,
"Desta vez sem gelo", não quero frescura, faz frio lá fora
Barman redondo de barbas claras, contas-me muito:

Aquela vez, que a tua mulher expulsou o amante de Harley's, como o pegou pelos colarinhos do casaco de cabedal negro, e tu rias, e atiçavas mais e mais, até que o Harley, rendido aos encantos brutos da tua mulher, gatinhou até à rua, e de como logo a seguir e fechando a porta fizeram amor no balcão...

Inflamam-se os sentidos
Com histórias em redor de mais um copo vazio,
Recomendas mais um, dizes que era o preferido dela,
Este com gelo, ela bebia-o com gelo,
Brindamos a ela, de olhos molhados,
Molhando as gargantas.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Pintura Moderna e Contemporânea

Há dias em conversa com um amigo pintor, questionei-o, acerca da minha breve passagem pela arte da pintura, "moderna e contemporânea":
"- E estes meus quadros? São quadros de Merda, só seriam aceites naquelas galerias muito alternativas, onde cães morrem de fome em nome da "arte"; - Mas porque dizes isso? Nem estão assim tão mal; - Não estás a perceber, são quadros de Merda, literalmente; - Pois, mas eu pinto paredes, literalmente, não percebo muito de arte. (e palmadinha nas costas)"


Epifânio

sexta-feira, 22 de março de 2013

Reportagem do Lançamento do Livro "a árvore"

Reportagem do lançamento do livro de poesia "a árvore", no passado dia 15 de Março, na livraria Traga-Mundos – livros e vinhos, coisas e loisas do Douro, em Vila Real.

Vídeo do Jornal Universitário da UTAD, minuto 17:17

Prefácio
"Da sua vivência umbilical com o campo, presumo, nasce a paixão pelos temas relacionados com este, como a água, as árvores, a própria terra. A memória do autor explora ainda outros elementos da infância, como um veículo entre si e a sua poesia. Mas encontraremos aqui, também, temas de uma juventude atenta, como a problemática da droga, por exemplo. De todos, porém, realce-se o olhar tantas vezes inclinado sobre a condição humana. A humanidade dos gestos, dos sentimentos, da fragilidade dos seres, é uma constante nesta obra, tornado o autor tão atempadamente poeta como humanista."

Carlos Campaniço
Escritor

domingo, 6 de janeiro de 2013

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Sódio

Se na cama de alguém deixares o teu sódio, ninguém te deixará pelo teu ódio.


Epifânio

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Escatologicamente

E como diria o outro, escatologicamente:

"Mais um dia anal
 Num país anal"

Sendo poeta sem saber, sem o ser.


Epifânio

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Morrer é

Morrer é deitar-se, ninguém morre de pé.


Epifânio

Crónicólica


Crónica de uma cólica;

Crónica de uma cólica já anunciada, cólica daqui, cólica dali, cólica ali, cólica aqui, cólica na televisão, cólica no jornal, cólica na rádio, cólica no governo, cólica na boca do grevista que esbraceja indignado, crónica da Cólica Monumental, da Mãe de todas as cólicas, A Cólica, a Cólica Mór, tudo uma grande cólica, uma substância excrementícia, para não dizer merda, sim tudo é uma grande substância excrementícia, uma grande merda, isto não é nada, é uma merda. Há por aí muito indivíduo amante de coprofagia.


Epifânio

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Turista

Turista, de Chernobyl não tragas souvenirs;

...autênticas Caixas de Pandora.


Epifânio

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Opera di Limano

Ópera, muito berra esta gente;

…pois podem berrar o que quiserem! Mas não tocarão, no meu Fizz Limão.


Epifânio

domingo, 10 de junho de 2012

Carências Afectivas

Há dias estava em casa, sentia-me carente de afectos um sentimento que em mim me enfraquece os braços, e me faz tremelicar um pouco, e sinto como que pequenas picadas no coração, a primeira vez que tal senti pensei que fosse algum problema cardíaco, mas felizmente percebi que não, não era a minha saúde física que me falhava, era sim a saúde sentimental, snif... Desde então cada vez que esse sentimento me assola saio á rua, e chamo pai ou mãe a pessoas que me pareçam afectivas e capazes de me dar algum carinho...

Nesse dia estava inclinado a chamar pai, foi na paidaria... desculpem padaria, entrei e todos me olharam (pelos vistos a minha carência sentimental transparecia a esse ponto). Ali, olhei-o durante o tempo que estive na fila, ele olhou-me algumas vezes e semicerrava os olhos, fazendo movimentos com o bigode farfalhudo, polvilhado de farinha, cheguei ao balcão e antes mesmo de ele abrir a boca para expelir alguma sílaba eu gritei, "PAI", abrindo os braços e com uma tímida lágrima a querer abandonar-me pelo canto do olho... levei com uma baguete nas trombas e disse-me para ir chamar pai ao outro. Triste e com o lado esquerdo da cara dorido, sim porque o pão devia ser de há uns dias pois estava bem duro... fui caminhando rua abaixo cabisbaixo, ao fundo nuns andaimes vi uma personagem paternal, comovi-me, aquele rego do cú, era um rego do cú paternal, comovi-me novamente, e já junto ao andaime gritei para o alto e em direcção ao rego, "PAI", fedi-me... era o meu Pai... "Oh Rui! Filho! Com trinta diabos! Tás a fazer na rua de cuecas seu infeliz?!", nesse instante vejo um balde de massa diabolicamente sedutor a fazer-me olhinhos, e digo para meu Pai, "Pai já lhe tinha dito que vou casar?"...

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Rissol

Há dias recebi uma mensagem da Morte, disse que me ia fazer uma visita daí a dois dias, às sete e meia da tarde em ponto, nem liguei, já não falávamos aos anos e é que nem os parabéns me deu há duas semanas. Mas o que é certo é que dali a dois dias me bateu á porta...

"Epá já??? Vieste mais cedo, e ainda não acabei de ver o documentário "a vida social das suricatas albinas", quando acabar prometo que vou contigo... Vem mais tarde Morte, passa cá mais logo vá lá, é que não me dá mesmo jeito agora...", "Não, eu espero que acabes de ver.", "Pronto entra lá… limpa os pés não quero que me cagues a sala". Entrou, e pôs-se especada ao lado do sofá, ligeiramente atrás, enquanto eu acabava de ver o documentário (cenário um tanto creepy...), "Epá senta-te! Deixa-te dessas merdas!", lá se sentou ao meu lado, perguntei-lhe se queria tomar algo,"E o que tens para mim?" disse ela, e eu "Sei lá, tenho cara de Ambrósio?! Vais á cozinha e vês!", não me respondeu, levantou-se e foi à cozinha, passados poucos segundos ouvi o que me pareceu um prato a cair ao chão, bufei e disse cerrando os dentes "Foda-se...", veio e sentou-se, olhei para o que tinha no prato e disse "Foda-se, para além de me partires um prato não havia mais nada pra comeres? Tinhas que me foder o último rissol de leitão?!" (rissol que eu tinha guardado tão religiosamente para comer antes de deitar), "Pensei que não tinhas ouvido o prato..." disse ela, entretanto o documentário "a vida social das suricatas albinas" tinha acabado, "Vá então vamos?" disse eu, e ela de comando na mão muito concentrada, disse sem tirar os olhos da tv "Agora espera deixa-me ver o que esta a dar", "Está bem Morte tu é que sabes", ali ficámos algum tempo. Eu nem estava muito interessado no que ela estava a ver ecomeçou-me a pingar o sono, "Tou a ficar com sono, vou dormir, quando acabar chama para irmos, ok?", ao que ela respondeu acenando com o comando "Okok vai lá...".
Passadas algumas horas acordei e fui a sala, achei estranho ela não me ter ido chamar, "Queres ver que afinal já não vou..." pensava com entusiasmo enquanto caminhava para a sala, mas não, a Morte tinha adormecido e estava já a ressonar, com um fio de baba a escorrer-lhe pelo maxilar branco despido de pele, põe-se a ver maratonas de séries é o que dá...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CONHECIDO O VENCEDOR DO CONCURSO ARTE ESCRITA DO CICLO CULTURAL DA UTAD

Porquificação

ornamentados
por personalidades,
humanos porquificados

não deixam de haver
aqueles menos interessados
que jogam outras vidas,
ao contrário
do patriarca que consente
e apoia a sarrabulhada
pautada por uma banda
afinada ao compasso
da fuga da manada
que corre ao desencontro
do canibal fratricídio

mas amam-se
nesta última ceia
irmãos desta pocilga,
a sociedade.


"O poema “Porquificação” foi o texto vencedor do concurso de Arte Escrita do Ciclo Cultural da UTAD, que foi divulgado ontem pelas 11 horas no Complexo Pedagógico.

Bruno Rodrigues, aluno do 3º ano de Línguas e Relações Empresariais, foi o vencedor deste concurso, que teve assim a oportunidade de adquirir uma obra á sua escolha do Pintor amarantino Fernando Barros.

A inspiração para a elaboração do poema centrou-se “na sociedade”, referiu Bruno Rodrigues.

O pintor amarantino Fernando Barros afirmou que queria principalmente “sentir o pulsar da juventude e o que pensam relativamente a esta área especifica arte, a pintura” por isso é que decidiu atribuir um quadro da sua obra ao vencedor."


http://cicloculturalutad.blogspot.com/2011/12/concurso-arte-escrita-porquificacao.html

http://akademia.comunicamos.org/cultura/conhecido-o-vencedor-do-concurso-arte-escrita/

http://www.utad.pt/pt/utadtv/jo/7dez2011.html

.

domingo, 23 de outubro de 2011

Banheiradas

Deu-lhe alguma coisa no banho? Deu sim, parvoíce, tentou fazer o pino na banheira enquanto tomava banho.


Agripino

A Ponta d'Um Corno

Para saber o que é a ponta de um corno, não é necessário ser biólogo.

Muco

sábado, 15 de outubro de 2011

Novo Blogue Amigo

Isto é como diz o amigo Herculano, "Quanto mais conheço os homens, mais estimo os animais." Por isso façam o obséquio e visitem:


http://carlotabassethome.blogspot.com/


Muchas Gracias

sábado, 23 de julho de 2011

A Timidez de Antunes

Olho surpreso para o Sr. Antunes, que já de cócoras se prepara para o fazer, e pergunto - Ó Sr. Antunes, vai fazer isso aí? - Ao que ele me responde, com cara de esforço - Sim avô, a sala estava cheia de gente, e hoje sinto-me tímido... - Em ar de compreensão digo - Ah, então está bem, eu vou ali para o canto rilhar uma nêspera enquanto espero, pela chave vencedora.


Agripino

O Guedes

Desafio-vos a conhecer O Guedes, personagem inspirada no vídeo viral do momento, esta personagem no fundo é uma homenagem a esse mesmo vídeo.


http://www.facebook.com/pages/O-Guedes/241690202522000


Haja Saúde!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Trupe Intrépida

Tarde ociosa...basta! Liguei para a "trupe intrépida", prometiam muito. Espantei-me quando fui abrir a porta, a trupe, um par de bêbados mal encarados, efectuando a dança da perereca com vestes repletas de lantejoulas. Preferia duas meninas do Laos, sempre seriam mais flexíveis e trariam animais...


Agripino

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Lactoses

O pai corre mundo a performizar variedades com um grão de arroz amestrado, a mãe adoptou uma dieta que consiste em ir fazer análises clínicas ao laboratório da cidade várias vezes por semana, a irmã faz pipi na cama e oculta o odor com spray ambientador, o irmão dedicou-se à pesca porque a caça não lhe agradava, e ele limita-se a dar cabeçadas a sujeitos que cheirem distintamente a naftalina. Eu já o avisei, para ter cuidado com a intolerância à lactose.


Agripino

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Nanismo

Sim, a moléstia dos anões. Não, isso é um estilo de pintura. Não é nada, que estilo é esse explique lá então. É aquele estilo no qual se pintam anões.


Agripino

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Mortos por Saldos

Cai a noite, e já deambulam, podres, pelas ruas como uma enorme matilha, guiados pelo cheiro a saldo fresco. No shopping ouvem-se das colunas os primeiros sons da "thriller", e os inocentes correm e escondem-se. Já se ouvem os gemidos lá fora... Assim que entram pelas portas do shopping correm, tortos e descoordenados! Acotovelam, empurram e mordem tudo o que se lhes atravessa no caminho, sedentos de saldos fresquinhos e suculentos! Prontos a devorar compras e mais compras, são eles os ZOMBI€S DOS SALDOS!


Agripino

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Entrevista de Emprego

Entrevista de emprego, eu e os outros candidatos, sentados à porta do escritório. Todos me olham estupefactos, não consigo evitar: sou como um miúdo, que brinca com a pila quando está nervoso!


Agripino

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Miniatura

Estava eu sentado no banco do jardim, a apreciar aquela tarde solarenga, em que era bombardeado por dejectos de várias aves, de pombo em particular, quando o que parecia ser a miniatura de uma pessoa se aproximou, e se sentou a meu lado a comer uma sande, fiquei a apreciar aquele Ser por alguns segundos, até que me olhou de soslaio e intrigado exclamei: Isso é uma sande de torresmos! E de seguida lhe perguntei: Onde raio está o resto de ti?!


Agripino

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Pela Trela

Cães que passeiam seus donos pela trela? Foi a última vez que me aproximei para tentar compreender tal situação, saí de lá com as calças urinadas.

Muco

domingo, 21 de novembro de 2010

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

Rabos de Plástico

Sacos de plástico que dançam ao sabor do vento, com tais danças exóticas, não me contenho e apalpo-lhes o rabo.

Muco

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Gomeira

Aumentei o meu espólio de árvores frutíferas. Comprei recentemente uma gomeira, que plantei no jardim de casa, mas tenho "receio" pelo meu vizinho, é diabético, e tem o hábito simpático de me roubar, em noites de lua cheia, a fruta das árvores e depositar de manhã os caroços na minha caixa de correio.


Agripino

...O bebé?

...O bebé? Sim, é um rapaz, muito parecido ao pai, de cara, o modo de andar também.


Agripino

quarta-feira, 2 de junho de 2010

É MEL

Sentado no muro a observar de binóculos dois funcionários da EMEL, a beijarem-se árdua e intensamente, pensei: todos podemos ter duas mãos esquerdas ou direitas, tudo depende de para que lado se vira a cabeça.

Muco

domingo, 30 de maio de 2010

Tortas Dancake

Li, que as tortas dancake ajudam na prisão de ventre, é por isso que agora durante a noite guardo uma debaixo da almofada, não vá aparecer o monstro das bolachas vestido de fada dos dentes.


Agripino

terça-feira, 6 de abril de 2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Uma Canja e Um Aplauso

Enquanto comia a minha canja de galinha, acompanhado de espasmos musculares e uma pitada de sal, falava com um miúdo desconhecido de joelho esfolado, que caíra ao lado da mesa. A certa altura confessou que ao atingir a maioridade iria mudar de nome, passar-se-ia a chamar 'Action Man Alexandre', levantei-me emocionado e aplaudi o miúdo.


Agripino

Chico de Norriz, (parte 3)

Chico de Norriz,

o Chico ...
o Chico conta anedotas nos velórios,
o Chico enfia palitos no nariz,
o Chico come as velas da igreja,
o Chico come pudim na cama,
o Chico torce pelo touro,
o Chico faz-se ao padre,
o Chico rosna ao carteiro,
o Chico faz barulho nos fados,
o Chico vê se a galinha tem ovo por prazer,
o Chico sonha e molha a cama,
o Chico faz tricot,
o Chico varre para debaixo do sofá,
o Chico chupa limões,
o Chico pede uma "mine",
o Chico deixa o frigorífico aberto,
o Chico persegue moscas,
o Chico escuta atrás da porta,
o Chico só veste flanela,
o Chico depila o cão,
o Chico trinca rebuçados,
o Chico não lava a mão após a micção,
o Chico é fixe...


Agripino e Muco

domingo, 7 de março de 2010

Bacoradas

Estrada fora, mãos no volante, ao meu lado niguém no banco, mas algo, o periódico de ontem com a nódoa da chávena de café que tomei antes de sair de casa, no banco traseiro três porquinhos sentados, entoando cânticos melódicoharmónicos - Já chegámos?!, A tua perna esta a roçar na minha!, Pára de respirar para cima de mim!, Quero fazer xixi!, Já chegámos?! - Olhei pelo retrovisor fiz olhar agressivo e disse - Vá lá a ver essas bacoradas aí atrás! Porra!


Agripino

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

entre Isto ou Aquilo, prefiro Acoloutro

Entre deixar que um albino me arranque inesperadamente a crosta que trago no joelho ou, jogar poker com aquela matilha de cães que bebe whisky e urina nas portas, prefiro tossir para disfarçar os meus gases.

Muco

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Corrida

Ando com desejos de ir para a auto-estrada fazer uma corrida, com os meus três amigos Aborígenes, cada um de nós com sua autocaravana.

Muco

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Uma Aventura na UCI

Certo dia fui parar á UCI do hospital, ao que parece e pelo que me foi dito, na noite anterior teria mordido o segurança da boite onde me encontrava, não me lembro, tal foi a dose de porrada que o segurança me serviu. Acordei no dia seguinte, estava ligado ás máquinas, vejo a enfermeira que afasta as cortinas, deixando entrar os primeiros raios de sol matinais, observo as máquinas e vislumbro num ecrã linhas oscilantes e barras com cores, e pergunto á enfermeira - Senhora enfermeira quais destas linhas ou barras representam a minha magia e armadura? - ao que ela responde - O senhor importa-se de não me apalpar o rabo?!


Agripino

sábado, 16 de janeiro de 2010

??

Sofro, sofro esta angústia enorme, causa-me insónias, quando não as causa invade-me os sonhos. Uma dúvida em par: Onde estarão aquelas minhas peúgas?

Muco

sábado, 9 de janeiro de 2010

Chico de Norriz, (parte 2)

Chico de Norriz,

o Chico ...
o Chico fura bolos,
o Chico ofrece carvão no Natal,
o Chico pisca o olho á prima,
o Chico não levanta a mesa,
o Chico não dá prioridade,
o Chico não tira a senha,
o Chico toca e foge,
o Chico lambe o pó dos móveis,
o Chico bate na avó,
o Chico grita na biblioteca,
o Chico cheira a cavalo,
o Chico insulta a enfermeira,
o Chico deita as recargáveis fora,
o Chico ressona como se não houvesse amanhã,
o Chico passa férias no quintal,
o Chico não leva o lixo,
o Chico costuma bolsar,
o Chico come o último bombom,
o Chico fuma sem filtro,
o Chico corta o esparguete,
o Chico urina como os cães,
o Chico é fixe...


Agripino e Muco

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Papaver Rhoeas

Encontro-me á porta de casa pronto a sair, passear o animal de estimação é o objectivo. Mas penso, "não tenho animal de estimação", ali me encontro de trela na mão, no fim da mesma uma baguete de pão com coleira, finto com o olhar uma velha que passa, e ladro, olho depois para baixo, estou sem calças, então percebo que tudo não passa de um sonho.

Muco

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Chico de Norriz, (parte 1)

Chico de Norriz,

o Chico ...
o Chico apalpa as freiras,
o Chico vai a casamentos sem convite,
o Chico cospe para o ar,
o Chico atiça o cão aos idosos,
o Chico alimenta os animais no zoo,
o Chico não usa borracha,
o Chico fuma na cama,
o Chico nunca diz obrigado,
o Chico abusa no sal,
o Chico usa ceroulas,
o Chico lê de trás para a frente,
o Chico prefere mal passado,
o Chico fala com a boca cheia,
o Chico limpa-se ao jornal,
o Chico não sacode,
o Chico pisa ao dançar,
o Chico expira mais do que inspira,
o Chico tem escape livre,
o Chico tem escape livre no carro,
o Chico come fruta com casca,
o Chico não sorri,
o Chico é fixe...


Agripino e Muco

sábado, 26 de dezembro de 2009

Por Conta da Casa

Sentei-me à mesa do restaurante e pedi uma sopa, a sopa chega e começo a comer, mas á segunda colher noto que está um senhor morto na sopa, emito um guincho, como o guincho de acasalamento das suricatas-de-peito-peludo-sul-americanas, o empregado vem, sem tirar os olhos da sopa digo "olhe, está um senhor morto na sopa", o empregado pega no prato e com uma vénia diz "desculpe, já lhe trago outra". Não paguei, foi por conta da casa.


Agripino

Citrus Reticulata

Um primata de cartola, que lê o jornal a um canto, um urso vestido de Pai Natal, que faz o pino em frente ao espelho, e eu, continuo a minha micção neste wc público.

Muco

domingo, 20 de dezembro de 2009

O Pai do Padre

"O senhor sabe por acaso com quem se está a meter?! O senhor está a meter-se com o Pai de um Padre!"

É por estas e por outras que eu ando sempre com um anão na mala do carro...


Agripino

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Mentiroso

Mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo, eu queria ver se o mentiroso fosse o Sr. Obikwelu!


Agripino

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

domingo, 1 de novembro de 2009

A Pinha

Decidi ir correr pelo pinhal, nú, por azar me aleijei, uma pinha pisei.

Muco

Gaspar

O meu amigo Gaspar, um bom homem, conhecemo-nos já há 2 minutos e meio, fala pouco, tem problemas de flatulência, tem aquele seu cheiro característico ao qual me habituou já lá vão 2 minutos e meio, um bom homem o Gaspar.


Agripino

Chocolate Quente

A caminho de casa, mãos nos bolsos e cabeça encolhida procurando algum conforto, sim está frio, não se avista ninguém, decido tomar um atalho, por uma ruela estreita e pouco iluminada, após alguns passos vejo ao fundo algo nas escadas, aproximo-me, é uma pessoa de baixa estatura, pergunto "chocolate quente?" responde "porque não?" digo "venha, agarre-se a minha perna", abraçada a minha perna levo esta pessoa em passo acelerado até minha casa. Chegamos e entramos, senta-se, dirijo-me á cozinha, trago duas taças de chocolate fumegantes sobre uma bandeja e sento-me, pegamos nas taças, sopramos, sorvemos um pouco e olhamo-nos, diz com cara desconcertante "não tem açúcar", digo sorvendo um pouco mais "pois não".


Agripino

Boomerang

No jardim contente com o meu boomerang, atiro-o na esperança do seu regresso, não regressou, vou buscá-lo, com ele na mão percebo, é um simples pau.

Muco

sábado, 3 de outubro de 2009

Têm Lume?

Almoçava eu no restaurante da esquina, quando de repente vinda de trás oiço uma voz masculina afeminada, que pergunta - Em quem pensa votar? - Olho por cima do ombro e vejo dois indivíduos de fato escuro e gravata às bolinhas amarelas, são eles, os militantes do XD, o partido XD. (Estes indivíduos cheiram distintamente a comida de gato e persuadem as pessoas a votar no seu partido, usando técnicas de hipnose) Ponho-me de pé, agora frente a eles coloco uma batata frita na boca e pergunto - Têm lume? - Eles olham-se de seguida e encolhem os ombros, um deles mete a mão no bolso do casaco, enquanto o outro lhe segue o movimento com o olhar, nesse instante saio a correr porta fora (...)
Continua...


Agripino

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cócó

Em tenra idade minha mãe me disse, "bébé, vamos tirar o cócó" e respondi, "não não, o cócó é meu".

Muco

Arte em Calda

Abrir latas de pêssego em calda com as orelhas, de que me serve isso? Bem, pelo menos ajuda a pagar a renda de casa... Sim ganho uns trocos com isso, ando a demonstrar esta arte, que poucos conhecem e ainda menos aqueles que a dominam. Numa espécie de carrinho das castanhas modificado ando pela região a deixar pessoal de queixo caído e olho arregalado, uns deixam uma moedita ou outra, por algo que nunca viram e acham impressionante, outros pouco ligam e apenas estão interessados em comprar as latas já abertas, sendo que assim já não têm o trabalho de as abrir em casa.
Eis a minha arte, onde o corpo humano e a matéria se fundem.


Agripino

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Arrepio

Hoje levantei-me, com um arrepio bastante "sui generis" olhei para o espelho e pestanejei serenamente.

Muco

Água Furtada

Furtam-me a água, pois que desaparece misteriosamente ralo abaixo, hei-de descobrir como o fazem e processá-los.

Muco

Férias

Regressei de umas férias, o destino foi o sotão, na companhia dos ratos, aprendi as suas técnicas de sobrevivência.

Muco

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Retiro Espiritual

Regressei hoje de um retiro espiritual, o qual realizei na companhia do meu guia, onde, por exemplo desenvolvi a arte de abrir latas de pêssego em calda, com as orelhas. Este retiro foi realizado num mosteiro budista que se encontra no Entroncamento. No interior deste mosteiro existem regras básicas como, apenas ser permitido o uso de fralda Lindor como vestuário e só ser permitido comunicar por guinchos. Quando me apetecer falarei mais deste mosteiro tão peculiar.


Agripino

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Pomar Devastado

Zé Agrião entrevistado, devido ao facto de na passada semana o seu pomar ter sido atacado por um bando de pardais sob efeitos de drogas, conta que foram momentos de terror e muita transpiração. Zé conta que ainda os tentou assustar entoando músicas de Clemente, conhecido cantor de música ligeira portuguesa, mas em vão, pois segundo palavras de Zé "eles tavam possuídos homem!", os pardais só desapareceram quando Zé soltou a franga.


Agripino

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Voar

Acordei e disse - posso voar. Subi ao telhado ainda em lingerie, já no beiral, saltei. Estendido no chão suspirei dizendo - afinal não.

Muco

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Duendes Nudistas

Recentemente, a colónia de duendes nudistas situada em Tal Sítio foi acusada de vandalismo, agressão e roubo, numa feira de artesanato.
Os duendes acusados foram vistos especificamente na tenda dedicada ao jardim, no stand especializado em duendes de barro. Munidos de tacos de basebol e piaçabas destruíram todos os duendes de barro que encontraram, não contentes partiram em direcção do responsável pelo stand e agrediram-no até este cair no chão inanimado, não satisfeitos ainda lhe roubaram a carteira e o pacote de lenços Renova que este tinha nos bolsos. Toda a colónia está em prisão preventiva e aguarda julgamento.


Agripino

Gripe Suína = Vingança

Pois, era inevitável, Gripe Suína esse tema tão actual. Mas porquê se este é já um tema tão abordado?
Porque a raça Humana tem de abrir os olhos! Não percebem que tudo não passa de vingança por parte dos Suínos? A vingança serve-se fria, pois, mas neste caso serve-se quente por culpa da febre resultante da gripe. Entendam, já era de esperar, os Suínos do mundo fartaram-se, fartaram-se da opressão! A OMDS (Organização Mundial Dos Suínos) convocou uma reunião onde todos os Chefes Suínos de Estado de cada Continente se reuniram, onde se grunhiu acerca dos direitos do Suíno, acerca de chouriços e outros que tais. Concluída a reunião os Chefes acordaram que era hora de retaliar contra esta opressão! A forma escolhida foi uma epidemia mundial, foi escolhida uma estirpe do vírus da gripe. Lembrem-se da Gripe Aviária ou Gripe das Aves, pois bem, os Suínos pediram delicadamente às Aves o vírus, que estas criaram em laboratório com o mesmo intuito de vingança contra a opressão Humana, e levaram-no para o Laboratório Central de Patologia dos Suínos que se localiza no subsolo de uma pocilga no norte do México, dando assim início ao Programa. Lá, os cientistas do laboratório modificaram o vírus, testaram-no, colocaram-no em vários sujeitos voluntários, enviaram-nos para a pocilga e foi só esperar e ver a epidemia espalhar-se. Ele foram as galinhas, agora os porcos, só o Emplastro sabe o que virá a seguir, sim, ele é vidente...


Agripino

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Grito

Grito com os ratos da cozinha, frente a frente, de gatas e em tronco nú.

Muco

Diabo do Grão

Enquanto o diabo esfrega um olho, porque lhe entrou um grão de areia, enquanto brincava com o filho no parque infantil.

Muco

Guia Espiritual I

Falo-vos um pouco do meu guia espiritual.
É uma partícula de pó que habita em cima da minha mesinha de cabeceira. Para além de guia espiritual ele é também o meu despertador, acordando-me quando lhe apetece, há dias em que não me acorda e durmo dois dias seguidos, o resultado é acordar com a cama molhada, devido ao meu problema de incontinência. Outras vezes acabo por molhar a cama quando acordo, mas por culpa do jeito peculiar que ele tem de me despertar, com porrada. Nas tardes de bom tempo, pego nele, coloco-o na lente do meu monóculo de sol, e damos longos passeios juntos, onde falamos de tudo um pouco, ou simplesmente nos insultamos até nos cansarmos.


Agripino

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Cãovalo

Ia a cavalo num cão, a dada altura fui questionado por ele - porque me montas? Retorqui - porque relinchas?

Muco

Family Frost - Mitos

Ahhh, Family Frost, a carrinha amarela que nos alegra com a sua musiquinha, tão doce e calmante, como o som de água quando corre.
Aqui revelo 2 mitos, que estão relacionados com a empresa de gelados e congelados que todos conhecemos:

1 - Na realidade a empresa só possui uma carrinha e um único condutor... Todas as que vemos por esse Portugal fora são apenas uma, ela consegue estar em todo o lado... Como é possível?! Perguntam vocês, eu respondo como diz o outro, "olhe, num shei".

2 - Na Family Frost os condutores levam a rivalidade ao extremo, tornam-se violentos entre eles, caso um invada o território que outro domina. Relatos afirmam que foi vista uma perseguição entre 2 carrinhas Frost, a de trás levava uma caçadeira de canos cerrados a espreitar fora da janela do condutor, apontada para a carrinha da frente. Ao que parece dias antes um habitante da localidade onde tal ocorreu comentou com o condutor da carrinha que perseguia, que o condutor da carrinha em fuga andava fazer aquela zona na sua ausência, dias depois o condutor resolveu fazer uma espera ao colega e persegui-lo, daquela maneira bem simpática. No dia posterior á perseguição a alegada carrinha que seguia em fuga, foi encontrada no meio de um pinhal por um casal, a 30km da localidade e sem sinal do condutor…


Agripino

sábado, 8 de agosto de 2009

A Epidemia Está Lançada!

Não, não estou a falar da gripe suína, desenganem-se aqueles que por ventura vieram aqui parar a pensar que encontrariam conselhos de como evitar o contágio, por exemplo, como lavar bem as mãos durante meia hora, nada disso, estou sim a falar deste novo vírus gripal em forma de blogue.
Um blogue que pretende tocar com o dedo mindinho o coração de todos aqueles que por aqui passarem. Com linguagem mais ou menos perceptível ou em casos extremos, indecifrável.
Aqui tudo poderá acontecer - imaginável ou inimaginável - pessoalmente inclino-me para ambos.


Enjoy!